Eu não quero dançar

São várias as situações da vida em que me tenho recusado a dançar. E também a dançar, onde todos esperavam que o fizesse. Eu não quero dançar. É uma frase que define parte de mim. Descobri agora. 🙂

Depois do primeiro contacto com Lady Linn, aqui e aqui, fui ouvir esta versão. Foi uma daqueles momentos em que se fez um click em mim. Porquê?

Embora a música esteja centrada num contexto muito restrito (o amor, sempre o amor), a minha leitura foi mais ampla. A dança é muitas vezes uma forma de nos condicionar, de nos levar a dar determinados passos pré-determinados. Esse não é o meu caminho, normalmente.

Anúncios

2 Responses to Eu não quero dançar

  1. A Rodrigues diz:

    Há muitas formas de dança. Algumas não possuem passos (não paços) pré-determinados. São simplesmente espontâneas onde a liberdade e a criatividade do dançarino é fundamental.
    Mas esta forma de dança, de livre arbítrio, pode ter consequências. Liberdade excessiva pode levar a passos exagerados que transpõem o ritmo da música.
    O terrorismo é um exemplo.

  2. João Sá diz:

    Como tu próprio gostas de afirmar, e bem, a nossa liberdade termina onde começa a do próximo, ou de outro modo, a nossa liberdade começa onde termina a do próximo.
    Desse modo, o terrorismo não é uma forma de liberdade. (ponto final quanto a ele).

    Claro que existem várias danças, sendo que as predominantes têm os passos pré-determinados.

    Obrigado pelo reparo. Paços são do concelho (e não do conselho)! 😉

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: