Mais Centros Novas Oportunidades

Foi publicado hoje no Diário da República o aviso de abertura para um novo concurso da ANQ. Trata-se de um concurso para abertura de 44 novos Centros Novas Oportunidades.

Tanto que haveria a dizer sobre isto…

Deixo apenas três sugestões para que cada um forme a sua opinião:

  • Falem com professores, psicólogos e técnicos conhecidos e de confiança que trabalhem em algum CNO.
  • Pensem nas escolas, hospitais e centros de saúde que fecharam.
  • Distingam certificação de formação.

E já agora, pensemos também no impacto e no valor que o mercado de trabalho dá/dará a estes diplomas.

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2 respostas a Mais Centros Novas Oportunidades

  1. Sónia Duarte diz:

    A terceira sugestão de reflexão resume de certa forma uma das minhas principais preocupações como professora/formadora/educadora actualmente. E não só a respeito dos CNO, mas da escola no seu conjunto…

  2. João Sá diz:

    Vamos concretizar.
    Algumas das perguntas que se impõem são:
    – O que significa ter o 12º ano?
    – O que significa fazer o 12º ano?
    – Quais são as competências que permitem obter a escolaridade ao nível do 12º ano?
    – Quais são os objectivos (palavra fora de moda no discurso eduquês) a atingir para obter o 12º ano?
    – Quais são os conteúdos (palavra também pouco querida do eduquês) mínimos para obter o 12º ano?
    – Para que serve o 12º ano?

    Quem deveria clarificar as respostas a estas questões?
    Não deveria ser o ministério dito da educação?

    Atente-se no texto que acompanha um certo tipo de fichas de avaliação utilizadas em determinados cursos da iniciativa Novas Oportunidades, como que uma espécie de “manual de instruções” para preenchimento dessas fichas.

    A competência faz-se de saberes constitutivos, incluindo um pouco de saber, muito de saber-fazer e frequentemente de saber-estar. Não se trata de uma soma, mas sim de capacidades integradas, estruturadas, combinadas, construídas… Subentende-se que existe algo mais nas capacidades que lhes permite justamente transformarem-se, juntas, em competência..
    Adaptado de Sandra Bellier, 1999

    Eu até compreendo parte do espírito desta(s) mensagem(s). Mas não estamos num contexto de divagações. Estamos a falar de certificação, de coisas concretas e de algo que deve ser compreendido claramente por todos.
    Por isso, este tipo de discurso tem efeitos perversos num ambiente que se quer, em minha opinião, de clareza, de objectividade, de transparência e de rigor.

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