Recuperação

Recupero aqui um post antigo do qual me tenho lembrado muito nos últimos dias.

Filosofia de vida In extremisadoptar o mundo ou adaptar o mundo?

11 respostas a Recuperação

  1. Sónia Duarte diz:

    Será possível fazer o segundo sem fazer o primeiro?

  2. Sónia Duarte diz:

    * possível (ou desejável)

  3. Rui Gomes diz:

    Eu conjugaria de forma diferente: adaptar-me ao mundo!!!

  4. João Sá diz:

    Bem, Sónia, isso depende do sentido que dás às palavras.
    Se adoptar for acolher o mundo físico que nos permite viver, então é possível. Podemos adoptar o mundo físico e adaptar o mundo espiritual.

    Rui, adaptares-te ao mundo passa por adoptar o mundo. A não ser que assumas que estás completamente integrado nele. Mas nesse caso foi o mundo que te adoptou. Na minha perspectiva, se optamos por adoptar o mundo, teremos necessariamente de nos adaptar a ele. Caso contrário teremos de fazer algo para que ele se adapte a nós.

    Obviamente que, entre um extremo e o outro, existem equilíbrios…

  5. A Rodrigues diz:

    Adoptar o mundo no sentido de adoptar o planeta, o espaço físico, é diferente de adoptar o mundo no sentido de adoptar a sociedade tal como ela é.

  6. Sónia Duarte diz:

    A minha abordagem foi talvez mais política. A leitura que faço é a de de que para adaptar (transformar) o mundo (a sociedade) é importante adoptá-lo (aceitá-lo/compreendê-lo/amá-lo). Só partindo da realidade que temos e do povo que temos, podemos chegar a uma realidade melhor. Só se gostarmos do mundo que temos e do povo que temos é que vamos trabalhar/lutar para isso.

  7. A Rodrigues diz:

    Partilho da mesma opinião.

  8. João Sá diz:

    São tudo interpretações legítimas.
    No entanto, a interpretação do autor era mais simplista, ou seja, assumindo que estamos forçosamente integrados no mundo e que assim queremos continuar, com vida, podemos posicionar-nos espiritualmente (e também politicamente, socialmente, relacionalmente, …) entre dois extremos; aceitamos o mundo como ele é e nos adaptamos; procuramos adaptar o mundo à forma como desejamos que ele seja.

  9. Sónia Duarte diz:

    A interpretação do autor, à luz das correntes estruturalistas…, não pesa mais do que as outras: quem manda é o texto!😉
    Mas obrigada, sinceramente, pela partilha, João (e Rodrigues).
    🙂

  10. João Sá diz:

    🙂
    Pois não.
    Perdoem-me a falta de modéstia, mas achei que podiam querer saber.

  11. Sónia Duarte diz:

    🙂
    E queria!

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