Janelas partidas

A propósito do meu post anterior, e porque ainda não tinha lido o novo jornal i em papel, que já vai no número 4, aproveitei para o comprar e para o conhecer de perto. Achei interessante a perspectiva do editorial. Mais do que dar uma opinião, é apresentada uma proposta de solução concreta e muito viável para a violência nos bairros problemáticos. Em tempos, tinha já ouvido falar nesta “teoria das janelas partidas”. Verdade que nunca mais me lembrei dela. Agradeço ao jornal i e ao seu director por me terem relembrado. É mais uma teoria (prática) que confirma a forma como encaro estes problemas e, de forma mais geral, a mudança social. Acredito que a mudança começa nas acções que cada um de nós pratica no dia-a-dia, sem pensarmos nas consequências imediatas ou nos benefícios pessoais que daí derivam. Teremos de agir, das pequenas às grandes coisas, conscientes de que estamos a fazer o que “está certo”. A noção de sinais enviados é, também, na minha opinião, importantíssima. Estamos sempre a comunicar, mesmo quando não queremos. Não comunicar já é comunicar. E, à semelhança da ideia que procurei passar no post Até o WC educa, a verdade é que estamos sempre a educar e a ser educados. Não apenas na escola!

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2 respostas a Janelas partidas

  1. Sónia Duarte diz:

    “Não comunicar, já é comunicar:”

    Gostei, João!

  2. João Sá diz:

    Também gosto e sempre fez muito sentido para mim, mas o seu a seu dono. Essa ideia não é minha. Faz parte da teoria da comunicação.

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