Impasses lógicos

Quando passo pelo Canhoto fico sempre com o meu incoerómetro a tocar. E penso, valerá a pena dar resposta a “coisas” destas. A maior parte das vezes decido que não. Aqui e ali, valha-nos um estado de espírito mais tolerante, lá decido responder. Foi isso que aconteceu desta vez.

Rui Pena Pires escreve:

1. Segundo Mário Nogueira, a oposição ao modelo de avaliação dos professores não é mera revindicação corporativa mas a luta por uma melhor escola pública.

2. Segundo Mário Nogueira, os deputados do PS que são professores deviam colocar a sua identidade profissional acima da sua pertença partidária e votar contra o modelo de avaliação dos professores definido pelo Governo.

3. Segundo a Constituição, os deputados representam a Nação, não regiões ou profissões.

Alguém me explica como conciliar logicamente as três afirmações anteriores?

Para os primeiros 3 pontos a resposta é tão óbvia que nem me dou ao trabalho. Sobre a pergunta final apetece-me perguntar, logicamente também e em tom de resposta:

  1. Porque não são admitios comentários no Canhoto?
  2. Qual é o interesse de pedir explicações quando não há meio de fazer chegar a resposta?
  3. Como combater a surdez de quem é surdo por opção?

Uma resposta a Impasses lógicos

  1. Sónia Duarte diz:

    Excelente resposta!

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