Um texto de esperança

Este texto que li no blog do MUP, e que aqui transcrevo, é inspirador e transpira emoção. Senti que merece destaque porque me identifico com muito do que é dito. Não com tudo. Não considero feliz o início, assim como não acho que o problema seja a politização do ensino público. Tudo na vida em sociedade é politizado, quer queiramos e gostemos quer não. O problema não está na politização. O problema está na partidarização, na subjugação de princípios e valores fundamentais a lógicas eleitoralistas ou a outras mais obscuras.

Bom, isso agora pouco importa. O texto cresce e termina em grande. São pessoas assim que não nos deixam sentir sozinhos. São pessoas assim que nos dão esperança.

É no mesmo espírito que na próxima segunda-feira, dia 19 de Janeiro, faço greve. Pela verdade. Pela democracia. Pela coerência. Pela razão. Por uma escola pública de qualidade.

DEIXEM-SE DE CONVERSAS, POIS É AGORA OU NUNCA!

Onde estais vós, gente de pouca fé?! Hoje dói-me a alma, a desilusão apoderou-se de mim. Tenho vergonha de pertencer a uma classe de professores que tem medo; que não acredita que para se conseguir algo são necessários sacrifícios; que é agora ou nunca; que o tempo urge; que já não há que acreditar em falsas promessas. O hoje passou e o amanhã não será melhor, se nada fizermos. Onde pára essa gente de fortes convicções? Estou cansada de ouvir tantos disparates, tanta caricaturização, tanta justificação, tanta falta de informação !!! Onde estão os 120 mil ? Fizeram como a avestruz?

Hoje confirmei que portugueses há muitos, mas quero aqui tecer um elogio a todos aqueles que acreditam e têm vontade de mudar este país.

Tenho vergonha dos nossos representantes políticos. Politizaram uma questão tão séria como é o ensino público, pondo em risco a continuação de um ensino público credível, brincaram com a vida de 120 mil profissionais.

Não sou fundamentalista, mas temo pela democracia neste país e quero que os meus filhos vivam em democracia.

Nestes últimos anos senti-me ultrajada por um ministério que não me respeita.

Hoje dei mais um passo em frente… não entrego, nem entregarei os objectivos individuais, faço uma greve por período indeterminado, faço tudo o que ainda estiver ao meu alcance para derrubar esta política de ensino insana. Não aceito que um ano de luta acabe por “parir” um rato.
Não me venham com a treta de que devo ter outros meios de me sustentar. Não, não tenho. Tenho quatro filhos a estudar, um na Universidade, um apartamento e um carro que pago às prestações e todas as despesas inerentes a uma família numerosa. Não tenho pais ricos, aliás a minha mãe é viúva e aposentada. Ah! e já não tenho marido.

Quando ouço alguns colegas que desabafam “Ai, eu tenho um filho a estudar na universidade e não posso perder parte do meu ordenado”… Pois eu também tenho um na universidade e mais três em idade escolar.

Esses três mais novos acompanharam-me a Lisboa, quis dar-lhes uma lição de democracia ao vivo e a cores e quero ser um exemplo para eles. Quero que eles no futuro sigam o meu exemplo, não aceitem nada com base no medo, que lutem pelos seus ideais, que sejam gente com valores, carácter, com fortes convicções e cidadãos bem formados.

Maria da Glória Costa, uma mulher de uma só cara!
(Escola Secundária de Barcelos)

16 respostas a Um texto de esperança

  1. Sónia Duarte diz:

    Há lógicas mais obscuras que as lógicas partidárias e essas não coincidem necessariamente com lógicas eleitoralistas. Os grandes grupos económicos encobertos assustam-me mais que as ideologias assumidas de forma transparente e compatíveis com uma sociedade democrática.

  2. João Sá diz:

    Como por exemplo o Clube de Bilderberg?

  3. Sónia Duarte diz:

    Tenho que me informar melhor, mas já estou suficientemente chocada com o que sei. Faz lembrar o método Gronholm tratado por Pablo Echarri em “El método” (http://www.youtube.com/watch?v=_-5UpRfbbaY ), mas é ainda mais assustador…
    Outra questão é que os grupos económicos, o clube de Bilderberg e outros que tais cheguem aos Partidos e outras estruturas… É mesmo outra questão.

  4. Pedro Monteiro diz:

    Caros Amigos..

    O metodo de Gronholm, é um filme igual a guerra das estrelas, não podemos nemdevemos acreditar em tudo o que vemos no cinema.

    O clube de Bilderberg, é um grupo de pessoas de relevancia mundial, que uma vez por ano se junta para trocar ideias de forma informal e sem compromissos.

    Estas pessoas têm como pensamento comun o desenvolvimento das relações entre a europa e a america do norte e a paz e posperidade mundial.

    Nada de complicado, as pessoas são importantes e influentes e natural que as discussões tenham influencia.

    Aproveitava para perguntar se me sabem dizer, quem é que organizou a nivel europeu as manifestações anti guerra de gaza, pois curiosamente as bandeira era todos exactamente iguais, assim como todo o restante material de campanhã.

    Um abraço

  5. João Sá diz:

    Não posso responder pela Sónia, mas parece-me que ela não foi ingénua ao referir esse filme. Interpretei-o apenas como uma ilustração da ideia… Muitas ideias semelhantes (obviamente sem a fantasia cinematográfica) existirão por ai…

    Quanto ao clube de Bilderberg, também não é tema que conheça em profundidade. De qualquer modo, basta ver a falta de transparência (para não dizer obscuridade) – onde apenas é divulgada a lista de participantes – para ficar-mos preocupados. Mas não é só disso que se trata… Mas esqueçamos o resto, por agora.

    Se defendemos os valores democráticos, a transparência, a livre circulação de informação, etc., onde entra uma organização supra-nacional com uma agenda escondida? Não está certamente no âmbito da privacidade individual a que todos temos direito.
    Não serão as pessoas “importantes e influentes” cidadãos como nós? A democracia não é o governo do povo pelo povo? As pessoas “importantes e influentes” que nos governam não estão em nossa representação? Não deveriam prestar contas e explicar tudo o que fazem?
    Será que uma organização deste tipo não poderá levar as pessoas “importantes e influentes” a serem ainda mais “importantes e influentes” com objectivos que desconhecemos e onde utilizarão essa importância e influência de forma ilegítima?
    Sendo pessoas “importantes e influentes”, são-no porque nós (a sociedade) assim o permitimos e queremos. Nunca o seriam isoladamente – a importância e a influência é-lhes dada pelos restantes.

    Quanto à organização das manifestações, não faço ideia de quem partiu.

  6. Pedro Monteiro diz:

    Caro João

    Em democracia, as pessoas são importantes porque têm o merito de mercer o nosso apoio. Eu discordo completamente dessa visão maqueavelica do mundo onde os poderosos se juntam para nos oprimir, se assim fosse nos seriamos uma ditadura e não uma democracia.

    Penso que esse grupo e muitos outros o que querem é discutir as suas opniões de forma livre sem a pressão da imprensa, o que me pareçe legitimo.

    O facto de eu eleger um deputado, não o torna meu dependente, nem ele perde a sua autonomia e direito a privacidade, os seus direitos e deveres são os da lei e nada mais.

    A justiça, nas sociedades evoluidas é democratica e igual para todos, e consegue ultrapassar os obstaculos que alguns lhe tentam levantar, veja o caso da sociedade americana.

    Eu pessoalmente tenho mais receio das sociedades que ninguem ouve falar, que não se conhecem os nomes dos que participam, mas que estão organizadas a nivel mundial e conseguem organizar manifestações em varios pontos do mundo no mesmo dia a mesma hora e com material de campanha igual. Mas mesmo essas não me tiram o sono, aceito que são um sinal da globalização.

  7. João Sá diz:

    Caro Pedro,

    Eu também discordo de uma visão maquiavélica. Se passei essa ideia, não era a intenção. Nunca gostei, nem tenho facilidade em aceitar teorias da conspiração.
    No entanto, isso não me torna ingénuo. É para evitar alguns abusos (ou o agravamento de outros que existem) que defendo a atenção a todas estas situações. Com transparência não há esse risco. Assim, sempre que houver indícios de falta dessa desejável transparência, não lhe parece importante que seja feito algum tipo de pressão?

    Porque não pode a imprensa pressionar sobre algo que diz respeito a todos? Não defendo a intromissão da imprensa na vida individual, e isso muita imprensa fá-lo constantemente, mas defendo que tudo o que é público deve ser alvo de escrutínio por uma imprensa livre e independente.
    Não vejo onde é que isso pode afectar a autonomia e o direito à privacidade de um deputado.

    Não concordo que a justiça seja igual para todos. É, concerteza, mais igual hoje do que seria há 100 anos. Ainda bem. Mas ainda há um longo caminho a percorrer.

    Noutro registo, apenas para fazer um paralelismo idêntico ao que fez, prefiro o nosso sistema de saúde ao americano (40 milhões de pessoas num país do 1º mundo sem qualquer tipo de apoio de saúde?). Isso não significa que não tenha muito para melhorar. Devemos ficar satisfeitos com as enormes listas de espera? Com as diferenças no acesso a cuidados entre pessoas do litoral e do interior? Com a indignidade com que seres humanos são tratados, como se viu recentemente em vários hospitais?

    E por falar em sociedades, acha que a Maçonaria e a Opus Dei merecem uma troca de ideias?

  8. Pedro Monteiro diz:

    Caro João

    Vamos então por partes:

    1º Sou completamente a favor do escurtinio da imprensa desde que esse escurtinio respeite os limites da privacidade das pessoas e das organizações que querem ser privadas. Já não sou a favor de o escurtinio a medida da nossa curiosidade e interesse ludico, nem do escurtinio feito policiamento.

    2º A transparencia só é uma obrigação dos actos do governo e do estado, e ai sim é um dever, agora enquanto cidadãos e desde que não comprometam os seus deveres publicos, os membros do estado podem e devem fazer parte das organizações que muito bem entendem.

    3º em relação a saude, defendo o sistema europeu de acesso universal a saude, mas não defendo o despesismo generalizado, defendo um sistema de saude bem organizado, com compreensão dos seus limites para que seja sustentavel, defendo a total separação do sistema de saude privado e publico, e deefendo tb a livre constituição do sistema privado.

    Penso que a sua critica aos Estados Unidos, em contra ponto ao seu optimo sistema de justiça, vai ser de curta duração pois é claro na America que o sistema de saude será generalizado a toda a população de poucos anos.

    Penso tambem que a permanente critica e bota a baixo do sistema publico de saude, com exigencias as vezes de hotel de 5 estrelas é contrapruducente.

    Concordo claro que existem a maneira velha portuguesa ainda algumas faltas de cuidado sem sentido e ignobeis em alguns casos

    4º Maçonaria, Opus Dei, IV Internacional, PCP, CDS-PP
    todas estas e muitas outras organizações de intervenção publica, mais abertas ou mais fechadas, desde de funcionem dentro da lei, em nada me incomodam nem me assustam. Os cidadãos têm todo o direito de se organizar e inervir como muito bem entendem, agora têm de ser com o respeito pelas regras establecidas. E eu não faço acusasões com base em suspeitas não confirmadas ou estados de alma, mas sim com base em situações objectivas.

    O que é mesmo importante é que as decisões que a nos dizem respeito sejam tomadas de forma clara e a sua fundamentação seja publica, ou seja que haja transparencia, depois se a pessoa é comunista, socialista, maçon, Ateu, Ortodoxo ou Cristão, ja só importa ao proprio.

    Não vejo por esta razão grande interesse em discuti-las a não ser de forma a aprofundar o conhecimento que temos das suas ideias e formas de ver mundo.

  9. João Sá diz:

    Não concordo que os Estados Unidos tenham um óptimo sistema de justiça. Aliás, em alguns aspectos chegam a ter um direito bárbaro. O que dizer da pena de morte? O que dizer de Guantánamo ou de Abu Ghraib?

    Quanto a outros assuntos que refere, como já os debatemos no essencial, cumpre-me dizer que discordo nuns casos por princípio, noutros pelos limites (valorizo as liberdades individuais e colectivas mas coloco-as em fronteiras diferentes das suas).

  10. Pedro Monteiro diz:

    È isso mesmo, as ideias são difíceis de conciliar por isso mesmo acho que a diversidade é o caminho.

    Um abraço

  11. João Sá diz:

    acho que a diversidade é o caminho.
    Subscrevo totalmente.

    Um abraço

  12. Sónia Duarte diz:

    Regresso a esta discussão, já que parece ter sido o meu comentário a provocar a polémica.
    Em primeiro lugar, devo dizer que entendo a ficção (cinematográfica ou outra) como um exercício sobre a realidade. Não sou ingénua a este respeito (Obrigada João!). Embora sem formação específica para fazer apreciações neste campo, não me parece, no entanto, que “o Método” e “A Guerra das Estrelas” sejam exercícios no mesmo patamar de qualidade.
    Depois, devo insistir na minha ignorância sobre o clube de Bilderberg, mas repudiar também mais uma vez a ingenuidade de que seja uma organização inócua. Não me parece uma boa “defesa”, caro Pedro, afirmar que os seus membros “têm como pensamento comun o desenvolvimento das relações entre a Europa e a América do Norte e a paz e prosperidade mundial”. Digo isto porque a restrição geográfica (ou geopolítica) dessa acção não é inocente nem necessariamente positiva (o que uns entendem por “desenvolvimento” e “prosperidade” pode representar par outros “retrocesso civilizacional”). Também não sou ingénua quanto ao carácter igualmente nada inócuo da agenda das entidades que organizam manifestações “em varios pontos do mundo no mesmo dia a mesma hora e com material de campanha igual” sejam elas quais forem (*). Organizar uma manifestação (contra ou a favor da paz ) a respeito de um dado conflito nada tem de inócuo, mas não significa que tenha necessariamente algo de maléfico. Nenhuma acção, colectiva ou individual, é inócual do ponto de vista político. Nem sequer (ou sobretudo?) a dos que optam por uma atitude de auto-alienação. O que não me parece coerente (e dirijo-me mais uma vez a Pedro Monteiro) é rejeitar uma “visão maquiavélica do mundo” relativamente a organizações como o Clube Bilderberg, a Opus Dei ou a Maçonaria, mas parecer admiti-la noutros casos, pelo , cito, “receio” que lhe infundem de forma genérica (e sublinho o adjectivo) as referidas manifestações. Eu admito uma visão “maquiavélica” no que toca a certas entidades, mas não em abstracto nem a “torto e a direito” ou, se preferirem uma leitura mais explicitamente ideológica, sejam à direita ou à esquerda… Registe-se, contudo, nesse sentido a equidade com que Pedro Monteiro se refere, neste contexto, ao PCP e ao CDS-PP, justiça lhe seja feita.
    Em relação ao papel da imprensa, julgo que é obviamente o de informar sobre o que é de interesse público e julgo que um eventual jogo de influências dentro de qualquer organização em matérias que respeitam à generalidade dos cidadãos deve ser do conhecimento público e merecer a atenção do mesmo. Também acho que nos devemos questionar sobre se a “importância” e “influência” dos membros dessas organizações tenham, como afirma Pedro Monteiro, consequências (e, já agora, causas) “naturais”. Se decorrem de estatuto político ou económico, acho que estamos mais no domínio da “construção” que no da “natureza”. Não será a mesma a minha apreciação se a sua influência decorrer das suas capacidades inatas ou do conhecimento adquirido.
    Relativamente à crítica aos Estados Unidos que leva a cabo o João, partilho da mesma. Não sou capaz de defender o sistema de justiça de um país que defenda a pena de morte. A crítica é extensível, portanto, a outros, ainda que ideologicamente opostos, como, por exemplo, Cuba.
    Não sou tão-pouco capaz de defender o sistema saúde de um país que limita o acesso à mesma por razões de ordem política (o bloqueio a Cuba, por exemplo, no que concerne à importação para os EUA de determinados medicamentos/vacinas), ou económicos (o caso da emigração). Em última instância, nem consigo falar de saúde num país em que se paga com a vida (refiro-me à fronteira electrificada com o México) acreditar na inscrição original da Estátua da Liberdade da qual divulgo (abusivamente) uma tradução: “Venham a mim as massas exaustas, pobres e confusas ansiando por respirar liberdade. Venham a mim os desabrigados, os que estão sob a tempestade. Eu os guio com minha tocha.”
    Efectivamente, com o de Berlim, não caíram todos os muros.

  13. Sónia Duarte diz:

    (*) Não sei a nível europeu, mas, no Porto, as manifestações foram coordenadas pelo Movimento pela Paz, ao qual se associaram entidades como o Conselho Português para a Paz e Cooperação, a CGTP e sindicatos integrantes, O Bloco de Esquerda, a Associação José Afonso, a Marcha Mundial pela Paz e Não Violência, o Partido Comunista Português, a Autoridade Palestiniana e entidades individuais diversas (sociólogos, jornalistas, filósofos, emigrantes…)
    Eu estive lá e colaborei individual e colectivamente.

  14. Sónia Duarte diz:

    Também subscrevo o elogio da diversidade!
    Outro abraço!

  15. Pedro Monteiro diz:

    Cara Sonia

    Todas as organizações sobre as quais aqui estamos a falar e vou citar o clube de bilderberg e IV Internacional para não ser exaustivo, têm 2º, 3º e 4º ou mais intenções, algumas declaradas outras não, com algumas eu condordo com outras não.

    Mas desde que, essas organizações funcionem dentro da lei eu aceitos todas e não me outorgo juiz sobre elas.

    Claro que no plano pessoal acho umas boas e outras más, umas com objectivos muito nobres e outras subversivas, mas isso é no plano pessoal da minha simpatia.

    Em relação ao sistema de justiça, americano funciona optimamente e é um exemplo para todo o mundo, já as leis que existem em alguns casos tambem discordo, principalmente da pena de morte, e eventualmente outras exageros.

    Mas o sistema de justiça funciona, e aberto e livre, rapido e condena todos de forma igual, naturalmente que não é perfeito, mas é muito bom.

    Em relação a saude tb prefiro o sistema europeu e acho que os americanos vão caminhar para lá tb.

    Em relação as fronteiras, é pessimo isso, mas os Estados Unidos, são o Pais onde a integração dos emigrantes é mais profunda e eles viram sempre Americo-Qualquer coisa.

    Não tenho nenhum Pais por exemplo de perfeição, mas a America é de certeza dos melhores.

    Em relação as manifestações, uma pergunta? Concorda com o disparo de misseis de Gaza para Israel?

  16. Sónia Duarte diz:

    Caro Pedro,

    Sobre o disparo de mísseis sobre Israel, seria pouco dizer apenas “não”.
    Prefiro um mundo sem exércitos, mas ele ainda não existe.

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