Sem título

O poder corrompe.
Esta verdade que me rompe.
Palavra abstracta,
Esta que é inata.
É ela que é a nata.
É ela que mata.

Guerra que mata.
Ela que é inata.
Essa que resgata,
A verdade, que é a nata,
De quem rompe
Com aquilo que corrompe.

Coimbra, 10 de Janeiro de 2009

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