Medina carreira e o Magalhães

Medina Carreira, em mais uma entrevista à SIC, desta vez no programa Nós por Cá, fala sobre educação, sobre a política portuguesa e sobre o Magalhães.

Cito:

(…)

Tudo isto para mim é um nojo, percebe.

A política em Portugal é cada vez mais um nojo.

(…)

2 respostas a Medina carreira e o Magalhães

  1. Sónia Duarte diz:

    Não obstante a pertinência das apreciações sobre medidas políticas concretas, discordo da crítica generalizada à política e aos políticos portugueses. Toda a generalização é abusiva, redutora e superficial. Esta não é excepção. Vejo a política não como uma “carreira/ocupação”, mas como uma actividade inerente à condição humana: o homem em sociedade é um ser político. Defendo a prática política intencionalizada como um exercício solidário e generoso. Ainda que os exemplos que nos rodeiam fossem todos ou quase todos uma “porcaria”, o mais perigoso seria não “chafurdar na lama” e deixar o “lamaçal” nas mãos dos “porcos” (sem conotações orwellianas…). Se é certo que todos somos animais, uns são mais animais do que outros (agora sim, a alusão é propositada…): urge (e é possível) corrigir isso…

  2. João Sá diz:

    Sónia,

    Este teu comentário já merecia a minha resposta há bastante tempo. Bom, mais vale tarde do que nunca.
    Tens razão. “Toda a generalização é abusiva, redutora e superficial.”. Também partilho a tua visão sobre a política.

    Apesar disso, e desde que asseguremos alguns pressupostos, muitas vezes devido às mais diversas limitações, entre as quais de linguagem, aceito que se façam generalizações.
    É essa a leitura que faço das palavras de Medina Carreira. Não creio que ele esteja a fazer uma generalização sem salvaguardar as excepções, que com toda a certeza existem.
    Por outro lado, também não isento o Medina Carreira de críticas. Aprecio a frontalidade das análises que faz mas parece-me que poderia ser mais consequente.
    Ainda assim, penso que a sociedade só teria a ganhar se houvesse mais gente a falar sobre os assuntos sem medos e sem “filtros”, concordemos ou não com essas opiniões.
    Afinal, é ou não é a dialéctica importante?

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