“Stand by me” pelo mundo

Vários músicos de rua, em vários locais do planeta, cantam “Stand by me”.

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4 respostas a “Stand by me” pelo mundo

  1. Sílvia Barros diz:

    Aos Desejos para 2009 podemos acrescentar “Que todos tenham alguém que ‘stand by’ If the sky that we look upon/Should tumble and fall/And the mountains should crumble to the sea”.

  2. Sónia Duarte diz:

    Uma iniciativa bonita!
    Apoio a ideia de continuar com os desejos para 2009! Parar porquê?
    Cá vai mais um: que não haja guerra entre os povos nem paz entre as classes!

  3. João Sá diz:

    🙂

    Sílvia, subscrevo.

    Sónia, também apoio a ideia de continuar com os desejos. E digo mais: para 2009 e para sempre, até que se realizem.
    Quanto à paragem, é apenas uma questão de “gestão do tempo”. Há alturas em que estamos/estão mais receptivos a certos “conteúdos”. A surpresa e a não repetição ajudam a dar importância à mensagem. Repara na forma como introduzi o primeiro post da série “Desejos para 2009”.

    Quanto à sugestão para um desejo, concordo com a primeira parte. Isto é, que não haja guerra entre os povos. Quanto à segunda parte [paz entre as classes], preferia que não existissem classes ou, dito de outro modo que também prefiro, que não pensássemos sequer nisso. Quanto algo não nos passa pela cabeça, quer dizer que não faz sentido para nós. Dou dois exemplos:
    1. Se quando falo com as pessoas não penso se é homem ou mulher (o meu espírito assume que são pessoas) então não sou nem machista nem feminista, nem outra coisa qualquer.
    2. Se quando me relaciono (para não repetir o falo) com as pessoas não me passa pela cabeça se é branco, preto, amarelo ou às riscas, então não sou racista. Quer dizer que essas etiquetas, essa visão da realidade, não faz sentido para mim.

    Acho que utilizamos demasiadas etiquetas, categorias, caixotes, gavetas ou outras coisas que valham. Temos (o ser humano) uma necessidade enorme de organizar/catalogar/… tudo. Quando algo não encaixa nas nossas gavetinhas ficamos desconfortáveis e tratamos logo de criar uma nova gaveta. Esquecemos é que há sempre uma ponta que fica de fora. Ou que a caixa não fecha bem.

    E mais um desejo: tolerância e menos gavetas (Sim, menos e não nenhuma. As gavetas também são precisas. Não as quero extinguir. O que seria da ciência – essa que é uma das melhores ferramentas criadas pelo ser humano – sem gavetas?).

  4. Sónia Duarte diz:

    Concordo! Na verdade a ideia era mesmo essa: se não existirem classes, pode haver paz, venha a paz! Só há guerra entre as classes porque, a existência de umas depende da existência subordinada das outras e eu sinto isso (a subordinação) como uma forma de agressão.

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