Lembro-me dos Gato Fedorento (ou teria sido apenas Ricardo Araújo Pereira?) terem dito que se pode fazer humor com tudo excepto com o que é sagrado. E acrescentaram/ou (não necessariamente por esta ordem): para uns é sagrado o clube de futebol, para outros a família, para outros a religião, …
Conclusão [óbvia?]: podemos fazer humor com tudo.
Nesse espírito, fica uma espécie de fluxograma para escolher a religião mais compatível com cada um.
Já vai para o quarto episódio. Depois de José Sócrates, Manuela Ferreira Leite e Paulo Portas, temos hoje Francisco Louçã na nova série do Gato Fedorento – Esmiúça os Sufrágios.
Esperava melhor dos “Gato Fedorento” e de Ricardo Araújo Pereira (RAP). Já tiveram mais graça. O programa tem um formato e uma qualidade aceitável mas abaixo das expectativas – eram altas. As perguntas têm sido demasiado soft e até previsíveis. Apesar de tudo, tem havido um crescendo. José Sócrates teve uma prestação razoável, Manuela Ferreira Leite melhorou um pouco e Paulo Portas melhorou muito. Paulo Portas esteve muito bem porque foi ele que controlou o programa. Sem resposta, quase sempre, ficou RAP. Não é isso que se espera num programa como este.
Vamos aguardar os próximos episódios.
Para além disso, não se percebe por que razão colocam a etiqueta “directo” quando o programa é gravado.
“Está para nascer o primeiro-ministro que tenha feito melhor do que eu com o défice”
José Sócrates considera que é o melhor primeiro-ministro no combate ao défice em Portugal, destacando que as contas públicas portuguesas estão melhores do que as de Espanha ou Reino Unido.
O ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, ainda não pagou o jantar que deu no Solar dos Presuntos, onde estiveram presentes cerca de 45 pessoas, entre assessores, secretários de Estado e sindicalistas. O evento teve lugar no dia 4 de Julho, dois dias após o responsável pela pasta da Economia ter protagonizado a cena dos ‘corninhos’ dirigida ao deputado comunista, Bernardino Soares, e que lhe valeu a demissão do Ministério.