Esta alienação de lucidez é tão lucidamente alienante que marca com rigidez tudo o que for estruturante.
Esta entrada foi publicada em Terça-feira, 5 de Abril, 2011 às 1:40 am e está arquivada em Poesia. Pode seguir as respostas a esta entrada através do feed de RSS 2.0. Pode deixar um comentário ou um trackback no seu próprio site.
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