Quando passo pelo Canhoto fico sempre com o meu incoerómetro a tocar. E penso, valerá a pena dar resposta a “coisas” destas. A maior parte das vezes decido que não. Aqui e ali, valha-nos um estado de espírito mais tolerante, lá decido responder. Foi isso que aconteceu desta vez.
Rui Pena Pires escreve:
1. Segundo Mário Nogueira, a oposição ao modelo de avaliação dos professores não é mera revindicação corporativa mas a luta por uma melhor escola pública.
2. Segundo Mário Nogueira, os deputados do PS que são professores deviam colocar a sua identidade profissional acima da sua pertença partidária e votar contra o modelo de avaliação dos professores definido pelo Governo.
3. Segundo a Constituição, os deputados representam a Nação, não regiões ou profissões.
Alguém me explica como conciliar logicamente as três afirmações anteriores?
Para os primeiros 3 pontos a resposta é tão óbvia que nem me dou ao trabalho. Sobre a pergunta final apetece-me perguntar, logicamente também e em tom de resposta:
- Porque não são admitios comentários no Canhoto?
- Qual é o interesse de pedir explicações quando não há meio de fazer chegar a resposta?
- Como combater a surdez de quem é surdo por opção?
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Janeiro 27, 2009 ás 12:27 am
Excelente resposta!