Um filme gravado através de um telemóvel, mostra uma alegada brincadeira. No vídeo é simulada uma intimidação a uma professora com uma arma de plástico e gestos agressivos, que estragaram as férias de uma turma do Agrupamento Vertical do Cerco do Porto.
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A presidente do Conselho Executivo, Ludovina Costa, sublinha que «se não tivesse galgado os muros da escola, situada numa zona socialmente problemática, o episódio morreria como uma brincadeira de fim-de-período que mais ou menos toda a gente fez».
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Toda a gente faz? O episódio morreria? Brincadeira de fim-de-período? Mas já se desculpa tudo?
Safaram-se. Os gatos ficaram sem penitência, a propósito da missa em honra do Magalhães.
A missa em honra do portátil Magalhães parodiada pelos Gato Fedorento no seu programa Zé Carlos vai passar sem multa da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. A entidade comunicou ontem que o sketch ”Louvado sejas ó Magalhães” não pode ser interpretado literalmente e que a crítica nela contida se dirige ao Governo e não à igreja.
A peça humorística gerou um total de 122 queixas junto da ERC, oriundas de telespectadores, segundo um comunicado ontem divulgado pelo regulador da comunicação social.
No mesmo documento o conselho regulador da ERC afirma não lhe competir pronunciar-se sobre o “bom ou mau gosto dos programas”, admitindo que neste caso não encontra “a existência de qualquer referência susceptível de extravasar os limites à liberdade de programação, nem tendo sido ultrapassados os limites da liberdade de expressão e de criação artística”.