Natal (em Inglês) do 7ºA

Dezembro 19, 2008

Os alunos da turma A, do 7º ano da Escola Secundária de Serpa, explicam o que é para eles o Natal.

Filme encontrado aqui.


Desejos para 2009

Dezembro 19, 2008

2009_year Responsabilidade e comprometimento em cada acção.


Independência dos media

Dezembro 19, 2008

Sempre acreditei que a imprensa deve procurar ser (sublinho procurar – porque ser é um objectivo a perseguir) neutra, isenta, imparcial e independente. Excepção feita às publicações que têm uma tendência ou ligação assumida – muito importantes também – sendo estas mais honestas, pois não procuram enganar ninguém.

Há bastante tempo que observo uma grande falta de respeito por estes princípios por parte de alguns jornais. As televisões não lhes ficam atrás. Quanto à rádio tenho estado menos atento! Apenas a título de exemplo, em muitas das notícias apresentadas pela TVI não se distingue onde começa e acaba a notícia, o espectáculo ou a promoção de produtos. Atente-se nos repetidos anúncios a programas próprios [da TVI] (telenovelas, séries, reality-shows, …) no contexto do Jornal Nacional. Quem não se lembra de ver um espalhafatoso Jornal Nacional a anunciar insistentemente, e de forma sensacionalista, uma nova série dos morangos açúcar ou um concerto dos D’ZRT?

Mas, em concreto, o que me despertou para a escrita destas linhas foi o título de uma notícia no DN: Governo aposta tudo na divisão dos professores. Eu até concordo com o título… Acho que essa é a estratégia do governo. Só que isso, em minha opinião, não lhes dá o direito (o que também se aplica a outros meios de comunicação social) de fazerem e promoverem, eles próprios, uma interpretação da notícia. Para o efeito têm os artigos de opinião e as cartas do leitor! Mais confusos ficamos quando nos dias pares as notícias seguem uma tendência e nos dias ímpares outra. Que tal um título condicional?: Proposta do Governo anularia greve dos professores.

Bem sei que o mundo é complexo. Que os jornais são uma empresa e precisam vender papel. Que muitos leitores querem a “papinha feita”. Mas, porra, será que já não há princípios em lado nenhum?

Gregory Bateson tinha razão: … os problemas simples acabaram… e as respostas simples também.